quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Prefeitura prepara Plano Municipal da Mata Atlântica e Cerrado
Foto: Divulgação
Nesta terça-feira (9), a Prefeitura de São José dos Campos realizou uma oficina de preparação para a construção do Plano Municipal de Conservação e Restauração da Mata Atlântica e Cerrado - PMMAeC com a participação do corpo técnico da Secretaria de Urbanismo e Sustentabilidade e entidades ambientais, acadêmicas e de pesquisa.
O objetivo é definir, de forma participativa, as áreas e estratégias prioritárias do PMMAeC de São José dos Campos, com a coordenação da consultoria Ambiental Consulting e Marimar, parceria da Fundação SOS Mata Atlântica, que atua no fomento à elaboração dos planos municipais e sua implantação.
Além da equipe da Prefeitura, foram convidados a integrar o grupo de trabalho representantes de órgãos e entidades ambientais, atores de restauração florestal e instituições acadêmicas e de pesquisa, tais como a Universidade de Taubaté - Unitau, Universidade do Vale do Paraíba - Univap, Universidade Estadual Paulista - Unesp, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - Inpe, Universidade de São Paulo - Usp, Instituto Ecológico e de Proteção aos Animais - IEPA, Conselho Gestor da APA de São Francisco Xavier, Instituto Ipê, Conselho Municipal de Meio Ambiente - COMAM, Coordenadoria de Assistência Técnica Integral - CATI, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, entre outras.
O processo de elaboração do Plano contempla o diagnóstico dos remanescentes florestais do município, com base na análise de dados e mapas, definição de objetivos, áreas e ações prioritárias para conservação, seguindo-se das etapas de aprovação do plano, implementação, e ações de monitoramento e avaliação.
Desde dezembro está disponível uma pesquisa online de percepção ambiental para que a sociedade dê sua opinião sobre diversos aspectos do meio ambiente local. A pesquisa é uma etapa preliminar do trabalho de construção do Plano, cujos dados serão aproveitados no diagnóstico.
Plano Municipal
O Plano Municipal da Mata Atlântica e Cerrado é um instrumento que visa normatizar a proteção e o uso destes biomas em nível municipal. Sua elaboração está prevista na Lei Nacional da Mata Atlântica (nº 11.428/2006), bem como na Lei do Cerrado (Lei Estadual 13.550/2009).
O Plano deve apontar ações prioritárias e áreas para a conservação e recuperação da vegetação nativa e da biodiversidade da Mata Atlântica e do Cerrado, com base em um mapeamento dos remanescentes no município. Deve também integrar-se aos planos municipais e regionais correlatos, tais como o Plano Diretor Municipal, Plano Municipal de Saneamento Básico, Plano de Bacia Hidrográfica e o Zoneamento Ecológico-Econômico.
Mata Atlântica e Cerrado
Os Biomas Mata Atlântica e Cerrado são considerados Hotspots mundiais, ou seja, algumas das áreas mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas do planeta.
Os remanescentes de vegetação nativa da Mata Atlântica, que se estendiam originalmente por aproximadamente 1.300.000 km2 em 17 estados do território brasileiro, estão hoje reduzidos a cerca de 22% de sua cobertura original e encontram-se em diferentes estágios de regeneração. Apenas cerca de 8,5% estão bem conservados em fragmentos acima de 100 hectares.
Segundo maior bioma brasileiro, o Cerrado recobria originalmente 18,2% do estado de São Paulo e atualmente recobre apenas 1%. No Vale do Paraíba o Cerrado é o bioma mais ameaçado.
As legislações de proteção aos biomas abrem a possibilidade para os municípios atuarem proativamente na defesa, conservação e recuperação dos remanescentes florestais da Mata Atlântica e do Cerrado.
Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos
UBS faz Campanha de Vacinação contra Febre Amarela
Começa hoje quarta -feira (10) a Campanha de Vacinação contra Febre Amarela no distrito de São Francisco Xavier. Você que ainda não está imune, atente-se aos horários:
Durante a semana das 7:00 as 17:00 h
Neste sábado e domingo: 8:00 as 17:00 h
Contra indicações:
Criança menores de 6 meses;
Portadores de Imunodeficiências, Neoplasias;
Pacientes vivendo com HIV;
Pacientes que fazem quimioterapia;
Gestantes (necessita analise de caso);
Paciente com histórico de reação anafilática (alérgica a ovos);
Pacientes com mais de 60 anos (somente com autorização médica por escrito);
Mães que estão amamentando crianças menores de 6 meses.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Conheça os primatas paulistas em um clique
Álbum virtual de figurinhas expõe os hábitos desses encantadores animais
Que tal conhecer o costume de dez espécies de primatas, que habitam no estado de São Paulo? Você sabia que eles sofrem graves ameaças, inclusive de extinção?
Ao entrar na publicação virtual, produzida pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA) e pela Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo, você terá acesso a informações e ilustrações sobre esse grupo especial de animais.
Os primatas são mamíferos, que possuem diversas características semelhantes entre si, tais como cinco dedos nas mãos e nos pés e a capacidade, em sua maioria, de se locomover em pé. Dependem de áreas naturais para viver e muitas espécies estão ameaçadas ou em risco de extinção, principalmente pela diminuição das florestas onde vivem.
Ao falar em macacos ou primatas, é comum recordar de gorilas, de chimpanzés ou de orangotangos. Esses animais são primatas, mas não são espécies brasileiras. Os primatas paulistas são diferentes e apresentam características como tamanho menor e cauda que permite sua locomoção pelos galhos das árvores.
Você pode colaborar com a preservação desse grupo de animais não comprando macacos, não comercializando, não matando nem soltando após um cativeiro. A preservação das florestas e das matas são primordiais. Elas são o território natural dos primatas.
Agora CLIQUE no álbum e entre no mundo dos Primatas Paulistas, se apaixone por eles e seja mais um na luta pela sua preservação.
FONTE: http://www.ambiente.sp.gov.br
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