quarta-feira, 24 de junho de 2015

Prefeitura promove 2º Festival Regional de Vídeos Ambientais



23/06/2015


A Prefeitura de São José dos Campos promove o 2º Festival Regional de Vídeos Ambientais, com o tema “A natureza “pede água”. O lançamento do festival será nesta quinta-feira (25), às 19h30, no auditório do SESC São José dos Campos (Avenida Dr. Adhemar de Barros, 999, Vila Adyana). O evento faz parte da Semana do Meio Ambiente 2015.

O evento de lançamento terá a exibição dos vídeos ganhadores da 1ª edição, ocorrida em 2011, e um bate-papo sobre a produção de vídeos socioambientais, com a participação de autores e educadores entre eles o jornalista Rogério Corrêa, da TV Vanguarda.
O Festival de Vídeos Ambientais, coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, tem como objetivo incentivar a produção audiovisual e ser um canal de difusão de curtas que sensibilizem a sociedade sobre a importância do Meio Ambiente, em especial atenção ao recurso natural “Água”, sobretudo diante do cenário de escassez hídrica vivido na atualidade.

A 2ª edição do festival vai divulgar, exibir e premiar obras audiovisuais de até 5 minutos, nos gêneros ficção, animação ou documental produzidos no Vale do Paraíba, Litoral norte, Serra da Mantiqueira e região.

A competição tem duas categorias de premiação. A categoria vídeo estudantil é destinada a alunos do ensino fundamental ou médio de escolas públicas ou privadas e a categoria videomaker é voltada ao público em geral, amadores, profissionais ou estudantes da área de audiovisual, jornalismo e outros. Haverá ainda uma categoria paralela de voto popular, elegendo o vídeo mais curtido pelos internautas.

As inscrições dos vídeos participantes poderão ser feitas a partir desta sexta-feira (26) até o dia 25 de setembro. Os vídeos serão publicados em um canal do youtube e os melhores farão parte da cerimônia de exibição, prevista para outubro.

O festival contará com um júri para avaliar critérios técnicos, artísticos e afinidade com o tema proposto. Os primeiros lugares da categoria vídeo estudantil e videomaker terão como premiação uma filmadora. Já os segundos e terceiros lugares, e o vídeo escolhido no voto popular, receberão troféus.

Mais informações sobre o festival e a ficha para inscrição do vídeo estão disponíveis na página da Prefeitura 

A segunda edição do Festival conta com a parceria do Sindicato do Comércio Varejista de São José dos Campos e o SESC São José dos Campos.

Corredor Ecológico do Vale prioriza recuperação da bacia do Rio do Peixe em São José

Home
June 21, 2015 - 00:34

Corredor Ecológico do Vale prioriza recuperação da bacia do Rio do Peixe em São José

Área da bacia do Rio do Peixe, na zona norte de São José. Foto: José Luciano Penido
Área da bacia do Rio do Peixe, na zona norte de São José. Foto: José Luciano Penido
Outras áreas degradadas da RMVale vão ser reflorestadas com o objetivo de aumentar a produção de água e preservar nascentes
Xandu AlvesSão José dos Campos
A bacia do Rio do Peixe, na região norte de São José, entrou no radar de organismos governamentais e da sociedade civil como prioridade para a recuperação ambiental.
A meta é investir no verde para colher azul. Ou seja, reflorestar áreas degradadas na região para aumentar a produção de água, além de preservar nascentes e lençóis freáticos.
“Não há azul sem verde”, resume José Luciano Penido, presidente do conselho do Corredor Ecológico do Vale do Paraíba e do Conselho de Administração da Fibria.
A entidade quer reconectar 150 mil hectares da Mata Atlântica ligando áreas florestais isoladas. Não basta plantar florestas novas, diz Penido, sem uní-las a outras por meio de um imenso corredor verde.

Produtor. Para alcançar a meta, o Corredor Ecológico do Vale visa recuperar primeiro 6.000 hectares pelos próximos 15 anos, com prioridade para a bacia do rio do Peixe, que é afluente do rio Jaguari.
E ambos alimentam a represa Jaguari e a bacia do rio Paraíba do Sul, da qual o Estado quer tirar água para abastecer a Grande São Paulo.
“É área prioritária para o Corredor Ecológico por que ali passam uma das linhas de conexão, previstas em nosso estudo”, afirma Penido.
A ideia do grupo é não fazer nada isolado.
Primeiro levantar as áreas degradadas e depois planejar o plantio (tipo de muda nativa, custo e procedimento) e integrar o meio rural no processo.
“Temos o objetivo de envolver a comunidade do entorno com ações de educação ambiental, focando na ampliação do entendimento da importância da floresta de pé e seus benefícios diretos e indiretos.”
A conta que ele faz para o projeto andar é de R$ 10 mil a R$ 34 mil por hectare, incluindo gastos com mudas, plantio, manutenção e ações socioculturais na comunidade.
Para se recuperar área totalmente degradada, segundo Penido, considera-se o plantio de até 1.700 mudas por hectare.

Degradação. Na região, segundo avaliação do Corredor Ecológico, as áreas com maior grau de degradação são várzea do rio Paraíba (pela expansão urbana e industrial constante), eixo de ligação entre Rio de Janeiro e São Paulo e locais de atividades mineradoras, que se estendem em todo o Vale.
Penido acrescenta a bacia do rio do Peixe.
“Ainda existem grandes fragmentos de florestas nas áreas altas, mas o restante da bacia encontra-se praticamente degradada, por pastagem produtiva, e abandonada.”


CORREDORCorredor Ecológico quer recuperar 150 mil hectares de floresta na bacia do rio Paraíba

PRIORIDADE
Recuperar 6.000 hectares pelos próximos 15 anos, incluindo a bacia do rio do Peixe

CUSTO
Varia entre R$ 10 mil a R$ 34 mil o hectare, dependendo do estado de degradação e área

ÁRVORESEspécies florestais nativas de ocorrência regional, como embaúba, palmeira juçara, quaresmeira, araçá, pitanga, cambuci, candeia, uvaia e sangra-d’água

ESTADO
Restaurar 371 hectares de matas ciliares na bacia do rio Paraíba do Sul, com 618.983 mudas de 80 espécies nativas

MUNICÍPIO
São José lançará até julho o 2° edital do programa ‘Mais Água’, para remunerar produtores rurais da zona norte que preservem áreas de mata

DÉFICIT
Faltam 583,07 mil hectares de cobertura de vegetal em toda a bacia do rio Paraíba do Sul

Cartilha - Leis de Crimes Ambientais









A Cartilha - Lei dos Crimes Ambientais é uma obra técnica com linguagem infanto/juvenil, que tem como objetivo a educação ambiental nas comunidades, em especial junto às escolas de ensino fundamental.

Pela qualidade, repercussão e importância do material, a Ouvidoria recebeu a Medalha Mérito Ambiental, da Academia Brasileira de Estudo Ecológicos e Meio Ambiente - A.B.E.E.M.A.

Clique no link para realizar o download da Cartilha.


http://www.ibama.gov.br/index.php?option=com_phocadownload&view=category&download=221:l&id=8&Itemid=331